domingo, 13 de março de 2022

Essa é uma história que ouvi da minha avó. Ela conta que quando era criança na época de estiagem da chuva, as mulheres faziam novenas para chover. Saim todas as mais velhas rezando e as mais jovens carregando a água. Elas caminhavam até um cruzeiro e jagavam a água na base do cruzeiro. E logo depois começava a chaover. 
 

 Esse é um espaço de reflexão, de ideias ao vento, de expansão do meu ser para o mundo. Buscarei trazer aqui os meus sonhos e minhas alegrias, os meus medos e angustias. É um espaço íntimo. Não estou acostumada a escrever, muito menos a compartilhar o que escrevo. Sei que não deveria dizer isso, mas já peço de antemão desculpas pelos possíveis erros gramaticais ou de ortografia. Me sinto sempre aprendendo e as regras do português me parecem muito dificeis de se alacançar. Preciso ser honesta e confessar que não estudo muito também. Sempre fui uma aluna mediana. Os meus esforços se apresentavam mais quando estava na berlinda, como prestes a reprovar de ano. Sempre estudei assim na última hora, no sufoco. Mesmo tendo uma excelente educação em casa. Simplesmente tem coisas que a gente faz bem e tem que coisas que não.

Bem, por esse início acho que já deu pra perceber o quanto eu divalgo. Essa sou eu. Certezas nessa vida tenho poucas, raras, que não ouso comentar para não me enganar ou enganar a vocês. Não sei porque disse isso agora. Sim, acho que esse espaço é pra vocês, é meu, mas é pra vocês, ou melhor dizendo, é nosso. 

Sobre o nome, não sou física e nem resligiosa, sou só mais um ser humano perdido que busca pra todo lado respostas para compreender a realidade. São palavras e ideias que gosto e são as que foram possível também. Todos os outros nomes que eu havia pensado para o blog já estavam indisponíveis.

Num próximo momento eu me apresento. Sejam bem vindxs! 

2023

Hoje, 30 de janeiro de 2023 retorno a este espaço para compartilhar um pouco de mim.  Fiz aniversário há poucos dias, completei 33 anos. Est...